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Língua de Sinais: A Cultura Surda na Sala de Aula Regular

Postado em 09/07/2019 por Prominas Online

Língua de Sinais: A Cultura Surda na Sala de Aula Regular

A Língua de Sinais veio se modificando ao longo dos anos, passando dos núcleos específicos até os dias atuais, onde a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Especial obrigou as escolas a adaptar suas estruturas para atender alunos especiais. Hoje, aprender a Língua de Sinais para comunicação entre aluno e professor é um desafio difícil mas, está ao alcance de todo o docente.

A responsabilidade pela aprendizagem desses alunos em sala de aula é do professor, que junto com a equipe pedagógica e interprete projetam a metodologia e plano para cada aula.

Para isso, a comunicação com o aluno surdo precisa estar de acordo com suas necessidades de aprendizado. Portanto, aprender a linguagem de sinais é fundamental para que o professor consiga levar o aluno a alcançar novos caminhos no aprendizado.

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#Os desafios da Língua de Sinais para o professor

Para que o Professor aprenda  a Língua de Sinais com o aluno surdo é necessário que ele mergulhe na cultura Surda. É necessário entender que o surdo possui um jeito diferente de enxergar o mundo a sua volta. E assim, como nós ele deseja modificar esse mundo, tornando-o mais acessível e habitável, segundo a sua percepção visual.

Isto abrange a língua, as ideias, as crenças, e os seus costumes. Quanto mais o professor fizer parte desse universo mais compreensível será a Língua de Sinais.

Através do contato entre aluno surdo e professor é necessário também que o professor se coloque no lugar do surdo. Portanto, tentando sempre eliminar a percepção do som que cada ser humano que houve possui e ouvir apenas com os olhos.

A pesquisadora surda Gladis Teresinha Taschetto Perlin destaca que “[...] As identidades surdas são construídas dentro das representações possíveis da cultura surda, elas moldam-se de acordo com maior ou menor receptividade cultural assumida pelo sujeito.

Dentro dessa receptividade cultural, também surge aquela luta política ou consciência oposicional pela qual o individuo representa a si mesmo, se defende da homogeneização, dos aspectos que o tornam corpo menos habitável, da sensação de invalidez, de inclusão entre os deficientes, de menos valia social”. (2004, p. 77-78).

O professor que tem o contato direto com o aluno surdo em sala de aula deve sempre usar o interprete a seu favor. Aproveitando ao máximo o momento  de tradução da Língua de Sinais para aprender todos os dias um pouco.

Os demais alunos ditos "não especiais", também aprendem muito com esse convívio em sala de aula.

O professor também pode aproveitar esse momento de interação entre o surdo e os demais alunos para aprender. Ensinar a Língua de Sinais pode ser também, uma ótima forma de aprender.

#A capacitação do Docente para Sala de Aula|LIBRAS

Quando o professor busca capacitação a sua condição de desenvolver e interagir com aluno surdo passa a ser maior. Por isso, mesmo diante dos momentos de aprendizagem da Língua de Sinais em sala de aula, o professor precisa se dedicar a uma formação mais completa. Quanto maior o contato do professor com o mundo do deficiente, maiores os benefícios para todos que compõem a escola. O curso de Pós Gradução Lato Sensu em Docência do Ensino Superior de Libras desenvolve a capacidade conceitos importantes da Cultura Surda, discutindo, diversidade, inclusão, novas tecnologias para libras, legislação e Políticas para Pessoas com Deficiência Auditiva, Práticas Pedagógicas educativas, entre outros.

TEA: Curso de Autismo Reconhecido pelo MEC

Curso de autismo reconhecidos pelo MEC são poucos encontrados por aí. Principalmente, cursos focados no TEA – Transtorno do Espectro Autista. A Faculdade Única oferece o curso de maneira focada em assuntos relacionados as carências da área de inclusão, e os cuidados desde os anos iniciais e estudos neuropsicobióticos. Além de, contribuições da psicologia Social para portadores de TEA, também as teorias de autismo discutidas nos últimos anos.

Todo o curso faz um estudo aprofundado nas características e sintomas do distúrbio, escalas de avaliações; e os desafios da participação da família, o acompanhamento do portador pelo SUS, e também o transtorno em adultos.

O papel fundamental da sociedade para políticas públicas e inclusiva; discute os direitos das pessoas com TEA. E principalmente para professores que desejam trabalhar com o enfrentamento do autismo. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o programa de Educação Individualizado (PEI) no contexto do AEE.

O curso de autismo reconhecido pelo MEC do Faculdade Única é registrado na portaria Portaria do MEC nº 1004 do dia 17/08/2017 e publicada no DOU – Diário Oficial da União do dia 18/08/2017, com validade em todo o território nacional.

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